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ADESG - Paradoxo Militar-Sucateamento e avanço tecnológico

Paradoxo Militar-Sucateamento e avanço tecnológico

O Brasil vive um momento paradoxal. Ao mesmo tempo em que se constata o progressivo sucateamento e a obsolescência de grande parte dos equipamentos das Forças Armadas, verifi ca-se também um expressivo avanço tecnológico da chamada indústria nacional da defesa, um fato que vem até passando despercebido da opinião pública.
Como se sabe, os cientistas da Marinha do Brasil, por exemplo, já levaram o país a dominar todo o ciclo do enriquecimento do urânio e hoje o País está plenamente capacitado a participar da fabricação do primeiro submarino nuclear brasileiro e de outros importantes
projetos militares e civis.
Mas as conquistas tecnológicas das Forças Armadas e das empresas brasileiras não param por aí. Muito pelo contrário, avançam cada vez mais. Um exemplo que poucos conhecem: em testes realizados a 18 de abril, o Brasil acaba de se tornar um país independente na fabricação e certifi cação de motores para mísseis Exocet de última geração,entre eles um efi ciente artefato antinavio de superfície de médio alcance.
Há muitos outros exemplos de programas de sucesso de nossa indústria da defesa, como a fabricação da aeronave militar KC- 390, um vitorioso projeto da Aeronáutica e da Embraer para transporte tático/logístico e reabastecimento em pleno vôo, que estabelece um novo padrão para o transporte militar médio e será adotado por outros países, entrando em nossa pauta de exportações militares.
Outros destaques da nossa indústria da defesa, sem a menor dúvida, são a transferência de tecnologia francesa para a fabricação no Brasil de helicópteros do novo modelo EC-725
Super Cougar, para equipar as Forças Armadas; a construção das novas fragatas da Marinha em estaleiros nacionais; e a produção do novo veículo blindado, o Guarani.
Por fim, o mais importante projeto de defesa vem sendo desenvolvido pelo Exército. Trata-se do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que visa a dotar a força
terrestre de meios de controle sobre todo o território nacional, particularmente sobre a faixa de fronteira e na Amazônia, com investimento estimado de US$ 6 bilhões.
E tudo isso servirá para ativar ainda mais nossa indústria de defesa, com as Forças Armadas brasileiras entrando em novo patamar tecnológico. São boas notícias, não há dúvida, em meio
ao desânimo provocado pelo progressivo sucateamento dos equipamentos das Forças Armadas brasileiras, que realmente chegou a um ponto crítico.

Fonte: Revista ADESGUIANO

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