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ADESG - Obras da Cyclone Space dá impulso ao Programa Espacial

O Programa Espacial Brasileiro ganhou novo impulso a partir desta quinta-feira (9) com o início das obras de construção da sede da empresa Alcântara Cyclone Space (ACS)

mct.gov.br

O Programa Espacial Brasileiro ganhou novo impulso a partir desta quinta-feira (9) com o início das obras de construção da sede da empresa Alcântara Cyclone Space (ACS) – empresa binacional constituída entre o Brasil e a Ucrânia para lançamento de foguetes a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.


A solenidade de lançamento da pedra fundamental para a construção da obra teve a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, dos diretores da ACS, Roberto Amaral e Oleksandr Serdyuk, do embaixador da Ucrânia, Igor Hrushkó, do represente do Departamento do Centro de Treinamento de Alcântara (DCTA), brigadeiro do– do-Ar, Ailton dos Santos Pohmann, e do prefeito da Alcântara, Raimundo Soares do Nascimento.


Também integraram a comitiva do ministro o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT), Calos Ganem, o ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Luiz Alfredo Salomão, e o secretário executivo do MCT, Luiz Antonio Rodrigues Elias.


Na oportunidade, Rezende assinou documento que autoriza o MCT a repassar recursos da ordem de R$ 798 mil à Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), no Maranhão, para a implantação do Centro Sociocultural de Alcântara. O centro promoverá a inclusão tecnológica da comunidade local integrando atividades sociais, qualificação profissional e geração de emprego e renda.


O ministro Rezende disse que “a criação da empresa binacional é estratégica para o desenvolvimento do País e sua consolidação é parte de um projeto maior. Ë um projeto que não está pronto, e será aquilo que fizermos dele”.


Ele informou que na unidade atuaram técnicos ucranianos, “mas os brasileiros também terão larga e ativa participação”, até porque o acordo envolvendo Brasil e Ucrânia prevê a transferência de tecnologia. Ainda não há previsão de quando será lançado o primeiro foguete Cyclone-4. A intenção é que isso se dê até 2014.


Os países interessados em lançar seus satélites a partir do novo Centro deverão pagar US$ 50 milhões, sendo 50% para cada um dos parceiros. A previsão é a de que sejam realizados seis lançamentos por ano. A posição do Centro próximo a linha do Equador é estratégica e entre seus atrativos está o fato de permitir uma economia de 30% de combustível em cada operação de lançamento.


Para o prefeito Nascimento o Centro é muito importante para o município, para sua economia e para a geração de emprego. Já o brigadeiro Pohmann frisou que a instalação do Centro “representava um momento especial do Programa Espacial Brasileiro”. Ao reafirmar o compromisso da área da defesa, defendeu que a sustentabilidade das ações voltadas para a consolidação do complexo de lançamento.

Torre

O ministro Rezende também visitou a nova Torre Móvel de Integração (TMI), do CLA que será entregue em dezembro próximo. Dotada de um moderno sistema de controle, o que permite sua operação de forma remota, a torre tem 12 metros de comprimento, 10 metros de largura e 34 metros de altura e foi orçada em R$ 44,1 milhões. Ela será uma das plataformas mais modernas do mundo para veículos espaciais do porte do Veícilo Lançador de Satélites (VLS).

Outro equipamento visitado pelo ministro e comitiva foi a Sala de Controle (CCT) do CLA. Ela foi totalmente remodelada para atender as demandas das novas operações e principalmente os requisitos para o lançamento do Cyclone-4. As atividades de implantação do novo CCT começaram em 2009 e incluiram também a modernização do Centro de Controle Avançado (Casamata) e mais 21 posições operacionais distribuídas pelo CLA, como radares, telemetria, subestações de energia, central elétrica e sistemas de comunicação por microondas. As obras do CCT custaram R$ 22,3 milhões.

Fonte: mct.gov.br

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