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ADESG - Navio Polar “Almirante Maximiano” coleta dados oceanográficos na Antártica

Navio Polar “Almirante Maximiano” coleta dados oceanográficos na Antártica

O Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” realiza, durante a Operação Antártica (OPERANTAR) XXX, a coleta de dados oceanográficos na Região Antártica, em apoio aos projetos científicos do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). O Navio dispõe, ainda, de recursos avançados para levantamentos hidroceanográficos, visando à atualização de cartas e publicações náuticas.
Para a realização dessas tarefas, o NPo “Almirante Maximiano” conta com vários equipamentos de apoio à pesquisa, de modo a prover à comunidade científica os mais modernos recursos nas áreas de Hidrografia, Oceanografia, Geologia, Biologia e Geofísica. Entre eles, ecobatímetros; guincho oceanográfico (com 8 mil metros de cabo eletromecânico); perfilador de correntes; termossalinógrafo; entre outros.

Um desses equipamentos é o conjunto CTD-Rosette, operado pelo Capitão-Tenente José Nunes, Encarregado da Divisão de Hidroceanografia do Navio, e pelo Primeiro-Sargento (HN) Luiz Paulo Garcia dos Santos Junior, Supervisor de Hidroceanografia, durante a realização das Estações Oceanográficas. O CTD (Conductivity, Temperature, Depth recorder) tem por finalidade medir temperatura e salinidade da água ao longo de toda a coluna e o Rosette Water Sampler, tem a função de coletar água em profundidades pré-determinadas, visando avaliar as características químicas e físicas da coluna de água amostrada.
O CTD consiste de uma série de sensores que medem a condutividade (utilizada para calcular a salinidade), temperatura e pressão, cujos dados são transmitidos em tempo real para o laboratório do Navio, e o Rosette Water Sampler é um conjunto de recipientes montados ao redor de um módulo. Esse conjunto é lançado ao mar por meio do cabo eletromecânico até uma profundidade especificada. Durante a subida nas profundidades pré definidas, os recipientes vão sendo fechados por acionamento remoto para a coleta das amostras. A bordo, as amostras são retiradas e analisadas.
As coletas são realizadas em vários pontos na região. Uma delas foi feita no interior da Ilha Deception. De formação vulcânica, a ilha, em forma de ferradura, abriga em seu interior uma baía navegável, onde, em várias áreas, suas águas apresentam temperaturas bem acima do normal, efeitos da atividade vulcânica ainda existente sob o leito submerso.

Fonte: Marinha

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