Logo ADESG

ADESG Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

Administração Nacional - RJ

Menu Principal

22:47

Menu Lateral

Você está em: ADESG » Notícias » Geral » Brasil » Visualizar notícia:

Diminuir FonteAumentar Fonte

ADESG - Marinha do Brasil e a Organização das Nações Unidas- ONU promovem evento no Rio sobre participação brasileira na MINUSTAH

Marinha do Brasil e a Organização das Nações Unidas- ONU promovem evento no Rio sobre participação brasileira na MINUSTAH

"Não se evita a guerra preparando a guerra. Não se obtém a paz senão aparelhando a paz". Rui Barbosa

A Marinha do Brasil e o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), nos dias 28 e 29 deste mês, promovem no Rio de Janeiro, o Seminário Internacional "13 Anos do Brasil na MINUSTAH: Lições aprendidas e novas perspectivas". O evento objetiva analisar os 13 anos de participação brasileira na Missão da ONU para Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

Além das Nações Unidas, o colóquio tem a parceria da Academia Brasileira de Letras (ABL) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO). No primeiro dia (28) do Seminário, o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira realizará a abertura, e na sequência ocorrerá a palestra com o secretário-geral adjunto das Operações de Manutenção da Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), Jean Pierre Lacroix.

Com o término da participação brasileira na missão de paz no Haiti, ocorrida em outubro último, será realizada a análise da atuação dos contingentes, identificando as lições aprendidas e apresentação de perspectivas futuras para as Operações de Paz do Brasil. Fazem parte da programação, os painéis: “Os primeiros desafios: o planejamento e o início da missão”; “A MINUSTAH e a questão do uso da força”; “A logística do Brasil na MINUSTAH”; “O preparo das operações de paz contemporâneas”; entre outros.

O seminário é organizado pelo Comando Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (CGCFN), Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), Escola de Operações de Paz de Caráter Naval (EsOpPazNav) e Global South Unit for Mediation (GSUM), e conta ainda com o apoio do Exército Brasileiro (EB), Força Aéra Brasileira (FAB), Escola Superior de Guerra (ESG), Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra (ComFFE), Escola de Guerra Naval (EGN) e Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos (PPGEM).

O Brasil na MINUSTAH (Haiti)

A Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH) foi criada por Resolução do Conselho de Segurança da ONU, em fevereiro 2004, para restabelecer a segurança e normalidade institucional do país após sucessivos episódios de turbulência política e violência, que culminaram com a partida do então presidente, Jean Bertr Aristide, para o exílio.

O Brasil sempre comandou o componente militar da Missão (2004-2017), que teve a participação de tropas de outros 15 países, além do efetivo brasileiro de capacetes azuis da Marinha, do Exército e da Força Aérea.

O Conselho de Segurança da ONU adotou, em 13 de abril de 2017, a Resolução 2350 (2017), que estendeu pelos seus últimos seis meses o mandato da Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (MINUSTAH) e estabeleceu, a partir de 16 de outubro do mesmo ano, uma nova operação de manutenção da paz no país – Missão das Nações Unidas para o apoio à Justiça no Haiti (MINUJUSTH), composta apenas por civis e unidades de polícia.

Ao longo dos 13 anos de atuação das Forças Armadas brasileiras, a população haitiana foi apoiada pela Missão na ocasião das duas catástrofes naturais que atingiram o país. No dia 12 de janeiro de 2010, um terremoto causou a morte de mais de 200 mil pessoas. Em 4 de outubro de 2016, o furacão Matthew causou inundações e deixou milhares desabrigados.


Essa concepção está inserida na lógica do "Soft Power", ou seja, o Brasil por meio de missões nas Nações Unidas, garantiu um ambiente estável e seguro para o desenvolvimento de um processo político e constitucional no Haiti. O Brasil ao apoiar a MINUSTAH compreende que esta missão representa uma nova fase das operações de paz da Organização das Nações Unidas, possibilitando ao país novas formas de inserção política e econômica no cenário internacional.



O termo “Soft Power'' foi criado pelo cientista político norte-americano Joseph Nye na década de 1980. Ele faz referência a uma nova modalidade de influência em relações internacionais, mais relacionada à capacidade de convencimento por argumentos de que pela força. Por esta teoria, não basta a um país ter poder militar e bélico para ser uma potência internacional, mas é preciso cativar “corações e mentes'' e convencer outros países a agirem em parceria de forma pacífica.

Serviço:

Seminário Internacional "13 Anos do Brasil na MINUSTAH: Lições aprendidas e novas perspectivas"

Data: 28 e 29/11

Local: Ilha do Governador (Rio de Janeiro)

Informações: http://www.semhaiti13.defesa.mil.br/

contato@semhaiti13.com.br




Fonte: Assessoria de comunicação

« voltar

Notícias Relacionadas

» Veja todas as notícias

Entre em contato

"Um só Coração e uma só Alma pelo Brasil" Logo ADESG ADESG Nacional - +55 (21) 2262-6400
Palácio Duque de Caxias
Praça Duque de Caxias nº 25 - 6º andar - Ala Marcílio Dias
CEP 20221-260 - Rio de Janeiro - RJ