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ADESG - Mais de mil militares da FAB podem atuar nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro

Mais de mil militares da FAB podem atuar nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro

Mais de mil militares do Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial do Galeão (BINFAE-GL) estão preparados para atuar em ações de segurança e defesa de regiões estratégicas do Rio de Janeiro nos Jogos Olímpicos 2016.

O levantamento faz parte do planejamento para a segurança das Olimpíadas por parte do BINFAE-GL. A unidade está localizada às margens do Aeroporto Internacional do Galeão, onde haverá grande concentração do fluxo de entrada e saída de autoridades, delegações e comitivas estrangeiras no país.

O Chefe de operações do batalhão, Capitão de Infantaria Alexandre Fontoura, conta que a operação terá três níveis de ação: normalidade, indisponibilidade parcial e indisponibilidade total dos órgãos de segurança pública. Nos dois últimos níveis, o Batalhão irá atuar na manutenção do funcionamento dos equipamentos de apoio à sociedade, como nas ações de controle das vias de acesso ao aeroporto e nos terminais, na imigração e na alfândega.

“Este é o último grande evento da série de eventos que tivemos nos últimos anos. Hoje se estamos preparados é por conta dos anteriores. A área da Base Aérea do Galeão (BAGL) é bem complexa. Como estamos em tempos de paz, temos a oportunidade de testar a eficácia de nossas operações em plano real. Nossa tropa está pronta”, afirma o capitão Alexandre.

Presença de autoridades

A presença de autoridades mundiais não é novidade para a organização que está inserida na BAGL. O local já foi ponto de entrada de personalidades internacionais como o Papa Francisco, Barack Obama, entre outros Chefes de Estado, para a Conferência Rio+20, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo.

As principais preocupações do Batalhão de Infantaria são em relação às manifestações violentas, ações de terrorismo e tráfico de drogas. Para isso, a unidade é a única da FAB que realiza o Curso de Operações de Controle de Distúrbios, que tem a participação de militares de todo o Brasil. O curso tem como objetivo apresentar técnicas para dispersar multidões em manifestações violentas e restabelecer a ordem.

Até os Jogos Olímpicos, mais duas turmas serão formadas para compor novos membros do pelotão de choque e levar a experiências para outras unidades da Força Aérea.

Os melhores amigos do homem também entram em ação

Como em outros grandes eventos sediados no Rio de Janeiro, Pastor Belga Mallinois é maioria da raça no canil S2 P. Santosos cães do Pelotão de Cães de Guerra também irão reforçar a segurança na cidade. São doze cães das raças pastores belgas mallinois, labradores e um pastor alemão que realizam atividades de faro de explosivos e entorpecentes e ataque.

A unidade é a única na cidade que trabalha com cães, mas nem sempre contou com uma quantidade regular de animais. Os cães que hoje atuam no pelotão foram doados e cruzados, o que resultou no atual canil. “Nessa última ninhada, tivemos muita sorte, foram duas cadelas que cruzaram e tiveram vinte e quatro filhotes. Na verdade, os adestradores cuidaram muito deles para não perderem nenhum. Ficamos com os que estamos até hoje e doamos cães para muitas unidades da FAB pelo país”, afirma a Tenente Veterinária Maria Clara Botelho, responsável pelo canil.

O adestrador de cães, Sargento Rudson Carlos, explica que o treinamento dos cães começa desde filhotes, quando são treinados de acordo com seu comportamento e o tipo de operação, entre indicação passiva e ativa.

“Na indicação passiva, quando os cães realizam operações quando o animal encontra algo, ele senta e aguarda a ação do adestrador. Já na indicação ativa, que é o caso da cadela Pretinha (labrador), o animal pula e arranha até o sinal do adestrador. Quando se trata de explosivos, a indicação deve ser passiva. Eles têm até cinquenta vezes o nosso olfato, muitos pensam que o animal é viciado em drogas, mas na verdade, a gente associa o cheiro à brincadeira. A recompensa dele é a brincadeira, no caso a bolinha”, explica.

Em operações com o pelotão de choque, o pastor belga mallinois é o principal ator. Flexa tem quatro anos e é um dos poucos que realizam tanto atividade de faro quanto de ataque. “O pastor belga mallinois é ágil, tem uma mordida forte e a pelagem curta, o que facilita as ações”, completa Rudson.

O Soldado José Tomaz é adestrador de cães e há quatro anos está com o Flexa e ressaltou a sua satisfação em trabalhar com cães. “Eu fui aprendendo aqui como adestrar um cão e fui até por iniciativa própria para São Paulo aprender mais. Trabalhar com os cães é muito bom, até psicologicamente ajuda a gente. Eu e o Flexa somos muito amigos, s a falta dele quando saio de férias e tento passar aqui para brincar com ele. A gente vê o pessoal chorando quando vai embora do canil, tenho certeza que vou chorar também”, conta.

Fonte: FAB

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