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ADESG - Jogos Olímpicos Rio 2016 terão cerca de R$ 200 milhões este ano para ações de Defesa

Jogos Olímpicos Rio 2016 terão cerca de R$ 200 milhões este ano para ações de Defesa

Neste ano, o Ministério da Defesa deverá contar com orçamento de R$ 200 milhões em atividades relacionadas ao setor para os Jogos Olímpicos Rio 2016. A previsão, que ainda depende do contingenciamento que será anunciado pelo Governo, foi apresentada pelo titular da Pasta, Jaques Wagner, durante audiência no Senado em Brasília (DF).

Na ocasião, o ministro explicou que, ao todo, o evento esportivo recebeu aporte do Governo Federal para área de Defesa de pouco mais de R$ 580 milhões. Desse total, serão utilizados, este ano, os R$ 200 milhões e R$ 106 milhões ficarão para serem aplicados em 2016. O restante já foi aportado em obras, treinamentos, aquisição de equipamentos, entre outros.

Um dos objetivos almejados para os Jogos no setor de Defesa é o estabelecimento de um Centro Nacional Integrado, com a finalidade de dissuadir eventuais ameaças. Também está em andamento a unificação do software de comando e controle e o uso de novas ferramentas seguras de troca de mensagens e conferência entre os órgãos envolvidos.

De acordo com Wagner, o Brasil “vem acumulando expertise na área de organização de grandes eventos”. Ele completou: “Na Copa do Mundo nosso desempenho foi extremamente bem avaliado. Mas ainda há o que melhorar”.

Cerca de 37 mil militares vão atuar nas seis cidades-sede das competições olímpicas. “Na Copa tivemos mais pessoal envolvido porque os jogos aconteceram em 12 lugares diferentes”, diferenciou o ministro.

Projetos estratégicos

Os principais programas em curso pelas Forças Armadas foram apresentados, também, pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, durante a audiência no Senado. Ele explicou que o fato do Brasil ser uma nação pacífica, gera perguntas acerca de qual a necessidade de ter um submarino de propulsão nuclear ou um caça.

“Eu insisto em repetir de que não se trata de estarmos nos preparando para a guerra, mas para a paz. É um conceito de dissuasão. Não podemos desguarnecer”, afirmou o ministro.

Um dos projetos citados foi o Programa Nuclear da Marinha (PNM), que visa o domínio do ciclo de combustível nuclear (já conquistado) e a construção do laboratório de geração núcleo-elétrica. A iniciativa está orçada em R$ 5 bilhões e tem previsão de término em 2030. “Ao visitar a fábrica em Iperó (SP), você sente, ali, que queremos comprar tecnologia, mas não queremos ser dependentes”, salientou Jaques Wagner.

Outra ação em desenvolvimento lembrada pelo ministro foi o Amazônia Conectada. O objetivo é trazer infovia de mais de 7 mil quilômetros de fibra ótica submersa nos rios da Bacia Amazônica. “Eu e a presidenta Dilma vamos inaugurar, em Manaus (AM), na próxima segunda-feira (25), os primeiros 11 quilômetros de fibra lançados no fundo do Rio Negro”, anunciou.

Estiveram presentes na audiência, os comandantes da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira; do Exército, general Eduardo Dias Villas Bôas; da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, e a secretária-geral do Ministério da defesa, Eva Chiavon.

Fonte: Por Marina Rocha Assessoria de Comunicação Ministério da Defesa

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