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ADESG - Forças simulam enfrentamento de ameaças terroristas

Forças simulam enfrentamento de ameaças terroristas

O terceiro dia de atividades do Exercício Conjunto Interagências realizado no Comando de Operações Especiais do Exército em Goiânia foi marcado pelas oficinas com foco no enfrentamento a ameaças terroristas. A atividade é coordenada pelo Ministério da Defesa como parte do esforço de segurança dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Tropas de operações especiais das Forças Armadas e das polícias federal, civil e militar dos estados que terão eventos olímpicos participaram, por exemplo, de uma simulação de Assalto Linear em Ônibus. Nessa atividade é trabalhado um cenário de um ônibus cheio de civis feitos reféns por um terrorista, situação na qual os militares são forçados a entrar no veículo e desmobilizar o oponente.

Em outra atividade, foi simulada a ação de um atirador num ambiente urbano, que imitava o estacionamento de um shopping. Os participantes foram desafiados a desmobilizar o infrator de forma ágil e sem atingir os obstáculos (colocados no local para simbolizar os diversos civis que normalmente circulam em um ambiente como esse). Bombas de efeito moral, tiros de festim e uma caixa de som reproduzindo vozes, barulhos e gritos ajudaram a dar realismo à atividade.


Ainda foi realizada uma Operação Aeromóvel, na qual os militares a bordo de um helicóptero Pantera HM-1 perseguiram um carro com alvo suspeito em alta velocidade e finalizaram fazendo o chamado pouso de assalto, quando a aeronave bloqueia a ação do veículo. Também foram realizados tiros de festim para dar mais veracidade à simulação.

Atividades Noturnas

Os mais de 280 participantes do exercício também foram desafiados a agir na escuridão da noite. Entre as atividades, destaca-se uma oficina tática noturna com munição real, na qual os participantes precisam invadir uma casa para recuperar o território de um oponente.

Todas as atividades do exercício são realizadas com o objetivo de avaliar as capacidades de cada órgão envolvido no enfrentamento ao terrorismo e para conferir como está a atuação conjunta deles.

O general Mauro Sinott, responsável pelo Comando Conjunto de Prevenção e Combate ao Terrorismo do Ministério da Defesa, e também chefe do Comando de Operações Especiais do Exército, destaca que esse tipo de atividade só é efetiva quando realizada de forma integrada entre todas as agências envolvidas. "Por isso esse tipo de atividade é fundamental porque amplia o nosso entrosamento e nos leva a aprimorar nossa atuação", disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social (Ascom) Ministério da Defesa

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