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ADESG - Desarmamento e sua face oculta

Desarmamento e sua face oculta

Escrevemos vários artigos sobre este tema. A mídia amestrada acionada por “incentivos externos” volta a atacar medidas propostas no Congresso para minorar o massacre imposto ao cidadão digno, honesto e de bons costumes pelas sucessivas administrações anteriores desde FHC com o objetivo de privar o povo brasileiro do direito de possuir e portar, quando for o caso, arma de fogo. O mais comprometedor é o fato de que a maioria dos “especialistas” ouvidos por parte da comprometida parcela dos meios de comunicação é constituída de estrangeiros, em especial argentinos.
Houve um referendo em 2005 sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, onde a imensa maioria dos eleitores (cerca de 64%) rejeitou o absurdo. Quase todos os políticos (principalmente os ditos de esquerda) foram a favor da proibição, tendo sido fragorosamente derrotados. Porém, conseguiram impor o famigerado estatuto do desarmamento, por acordo de lideranças, sem sequer votação no plenário. Só defende o estatuto do desarmamento quem ignora o que está por trás dele, estrangeiros ou sicários a soldo dos interesses alienígenas.
No Brasil o serviço militar é obrigatório. Todo jovem é convocado para cumprir seu dever aos dezoito anos. O objetivo é a sua preparação para defesa da Pátria. Ele aprende a atirar com armas leves e pesadas e faz teste de tiro. Em Israel e na Suíça, todo cidadão, de acordo com critérios específicos, é considerado como soldado da reserva, pronto para entrar em combate, quando necessário.
A campanha de desarmamento civil no Brasil não é proveniente de uma iniciativa própria, mas sim do resultado de um esforço internacional realizado por uma rede de instituições ligadas ao establishment oligárquico, em especial o seu componente anglo-americano-canadense, objetivando implantar uma estrutura de governo mundial, acima dos Estados Nacionais, que os “donos do mundo” pretendem ver inviabilizados no contexto da “globalização”.
O desarmamento da população se segue a uma série de medidas visando o desmantelamento das Forças Armadas e a reestruturação das forças policiais civis e militares, elementos cruciais do plano externo de dominação. Esta ação assume um caráter ainda mais grave em função da crescente deterioração das condições de vida e segurança pública nos grandes centros urbanos do país, em função do caos econômico-social produzido pelas políticas econômicas das últimas administrações, que drenaram a maior parte dos recursos financeiros para a especulação no pagamento de juros.
O financiamento de toda esta campanha, da ordem de dezenas de milhões de
dólares, provém de fundações como o Ploughshares Fund e a Winstom Foundation For World Peace. Uma das ONGs mais importantes da campanha é o British American Security (Basic), que tem como principal financiadora a Fundação Ford e a rede Iansa, fundada em maio de 1999 e composta por mais de 186 ONGs.
O verdadeiro objetivo dos idealizadores da atual campanha do desarmamento
é mais abrangente. Surgiu logo depois do final da II Guerra Mundial, como o plano Baruch (entrega de todos os suprimentos de minérios radioativos a uma autoridade central mundial) para estabelecer um governo mundial. Tais ideias originaram o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP), bem como a proposta apresentada pelo Departamento de Estado dos EUA, no plenário das Nações Unidas, em 1961, sob o título: Freedom War-The United States Program for General Complete Disarmament in a Peaceful World (Libertação da Guerra: Programa dos EUA para o Desarmamento Geral e Completo num Mundo Pacífico).
O documento propunha o estabelecimento de uma Força de Paz das Nações
Unidas e um plano de desarmamento mundial que incluía:
a) o desarmamento de todas as Forças Armadas Nacionais e a proibição do seu restabelecimento sob qualquer forma, exceto as requeridas para preservar a ordem interna e para contribuições para uma Força de Paz das Nações Unidas;
b) a eliminação de todos os armamentos dos arsenais nacionais, inclusive todas as armas de destruição em massa e os seus meios de lançamento, exceto aquelas requeridas por uma Força de paz das Nações Unidas e para a manutenção da ordem interna;
c) a fabricação de armamentos seria proibida, exceto no tocante aos tipos e quantidades aprovadas para uso da Força de Paz das Nações Unidas e aos necessários para manter a ordem interna. Todos os outros armamentos seriam destruídos ou convertidos a fins pacíficos.
Seus idealizadores afirmam ainda que “em nossa era moderna, a obtusa aderência à soberania nacional e às Forças Armadas Nacionais representa uma forma de insanidade que, entretanto, pode ser curada por uma espécie de tratamento de choque”.
A manobra é muito clara. A liderança do movimento no Brasil é da ONG Viva Rio, fundada em NOV/93, no Rio de Janeiro, com a participação e o patrocínio de representantes das Fundações Rockefeller, Brascan, Kellog, Vitae e Roberto Marinho e a presença do então Chanceler FHC e do falecido banqueiro David Rockefeller, fundador do Diálogo Interamericano, sendo filiada à IANSA, criada para atuar como uma central de coordenação da campanha internacional de desarmamento.
Ninguém tem moral, direito ou legitimidade para rasgar a Constituição, impedindo o direito natural à autodefesa do cidadão. Caso este comportamento fascista seja mantido, as autoridades irão colocar na cadeia os cerca de oito milhões de cidadãos possuidores de armas legais e soltar os bandidos que estão trancafiados? E quantas armas continuarão a existir no país, computando-se as ilegais já existentes? Queremos direitos iguais às "autoridades", que, além de portar armas, possuem carros blindados, seguranças com armamento de guerra. É imoral presenciar estes políticos abominando a posse de armas pelo cidadão, cercado de seguranças armados até de metralhadoras. Pelo plebiscito pela revogação do estatuto do desarmamento! http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=130695
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Página: www.brasilsoberano.com.br

Economista Marcos Coimbra, Professor, Assessor especial da Presidência da ADESG, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e autor do livro Brasil Soberano.

Fonte: Marcos Coimbra,

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