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ADESG - Comandante defende orçamento de R$ 3,2 bi para reaparelhar a Força

Comandante defende orçamento de R$ 3,2 bi para reaparelhar a Força

Em audiência na Câmara dos Deputados, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Leal Ferreira, defendeu um orçamento anual de R$ 3,2 bilhões para reaparelhar a Força Naval. Atualmente, a Marinha do Brasil (MB) conta com um orçamento de R$ 2,3 bilhões. De acordo com ele, com o montante, o Brasil teria a Marinha que precisa ter em 15 anos.

O Almirante defendeu a concentração de investimentos nos projetos estratégicos da Força e afirmou que os navios que o Brasil dispõe hoje para a defesa estão envelhecidos e já passaram dos 25 anos, tempo médio do ciclo de vida dessas embarcações. Um exemplo citado por ele foi a Fragata Classe Niterói, que comanda uma força-tarefa de seis navios no Líbano. “O navio está lá brilhando no Líbano. Impecável. A gente olha para o navio porque a gente tem muito orgulho de cuidar bem dos navios. O navio está bonito, impecável. Funciona, mas ele tem 40 anos de idade. Navio que foi feito para 25 anos tem 40. E assim são todos os navios de superfície. E vai acabar nossa força de superfície e nós não temos navios para isso. Para substituí-los, é preciso que construamos mais navios.”

O Brasil, que já teve 18 navios de escolta, possui atualmente pouco mais da metade. Segundo o comandante da Marinha, o programa de produção da nova classe de Corvetas visa atenuar o problema. As Corvetas Tamandaré são a evolução da corveta Barroso, atualmente em operação. “Nós precisaríamos de cerca de 700 milhões de reais por ano para tocar o projeto das corvetas para frente”, disse.

Sobre o PROSUB, o Almirante afirmou que o custo total do programa alcança R$ 32 bilhões, dos quais R$ 14 bilhões. O orçamento inclui o submarino nuclear brasileiro, que tem previsão de começar a ser construído em 2020 e lançado ao mar em 2027. Também estão sendo construídos um estaleiro e uma base naval em Itaguaí, que segundo o comandante da Marinha, não deve abrigar apenas submarinos, mas ser base de outros navios. “Nós estamos já estudando essa possibilidade, porque está se construindo uma grande capacidade de construção de submarinos e nem sempre estaremos interessados em ficar construindo submarinos. Então temos que construir outros navios, precisamos de outros navios e o que está sendo instalado ali nos permite que a gente pense nisso.”

Ainda de acordo com o Almirante, a base brasileira na Antártica, que foi destruída num incêndio em 2012, será reinaugurada em março do ano que vem. A audiência pública faz parte de um calendário de encontros com os comandantes das três Forças. Na semana passada a comissão recebeu o comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Nivaldo Rossato, e, na semana que vem, deve ser ouvido o comandante do Exército, General Villas Bôas.

Fonte: Indústria de Defesa & Segurança

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