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ADESG - China pode investir em construção de eclusas no Brasil, afirmam representantes da Hydrochina

China pode investir em construção de eclusas no Brasil, afirmam representantes da Hydrochina

Uma comissão composta por três representantes da empresa Hydrochina International Engineering Co. LTD. reuniram-se com o diretor da ANTAQ, Tiago Lima, o superintendente de Navegação Interior, Adalberto Tokarski, e outros servidores da Agência para discutir temas ligados à engenharia de eclusas de alta queda.

O gerente-geral da empresa, Tang Lingyue, o gerente de negócios, Tu Shuiping e o diretor da CBM Business Bank, Lu Guang Xian, representante legal da Hidrochina no Brasil, apresentaram a empresa, que participou da construção da eclusa de Três Gargantas, a hidrelétrica com maior capacidade instalada do mundo.
O diretor Tiago Lima explicou aos chineses que tramita atualmente, no Congresso, um projeto de lei visando a tornar obrigatória a construção de eclusas paralelamente à de hidrelétricas. Disse ainda que a Agência tem interesse em fomentar uma parceria entre os governos dos dois países para construção de eclusas no Brasil.
Lingyue dispôs-se a enviar uma equipe de engenheiros para fazer uma apresentação técnica aos especialistas da Agência. Lembrou que a China tem realizado investimentos diretos em infraestrutura de vários países e tem interesse em fazer o mesmo no Brasil.
Disse ainda que a Hydrochina já desenvolve, no Equador e na Colômbia, projetos que integram geração de energia hidrelétrica, irrigação e transporte hidroviário. “Estivemos na semana passada na Argentina, onde negociamos projetos nas áreas de energia hidrelétrica e eólica”, contou o gerente-geral da Hydrochina.
Lingyue manifestou interesse também em levantar informações sobre Itaipu, como tamanho da eclusa e fluxo de navegação. Perguntou também por outras eclusas cuja construção já se iniciou ou têm início previsto.
Lingyue acredita que o China Development Bank, que empresta recursos para projetos de desenvolvimento, terá interesse em investir na construção de eclusas nas hidrovias brasileiras. “Por isso, precisamos obter informações rapidamente, para estudar em que locais seria tecnicamente adequado e economicamente vantajoso construir eclusas”, disse.
Tokarski lembrou que na hidrovia Teles Pires – Tapajós há previsão de construção de sete barragens, em que serão necessárias eclusas para permitir a navegação nesta hidrovia que serve à principal região produtora de grãos do país. “O mesmo vale para o Paranaíba, onde há previsão de cinco barragens”, lembrou.
O superintendente de Navegação Interior propôs, por fim, a realização de uma apresentação detalhada, nas próximas semanas, sobre as eclusas previstas para cada hidrovia brasileira, a fim de subsidiar a discussão sobre possíveis investimentos chineses em eclusas no Brasil. A data da reunião ainda será decidida conjuntamente com os chineses.

Fonte: ANTAQ

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