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ADESG - Brasil conquista cinco medalhas na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica

  Brasil conquista cinco medalhas na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica

A equipe brasileira conquistou duas medalhas de prata e três de bronze na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), disputada em Vólos, na Grécia. Este foi o melhor desempenho do país na competição, que terminou domingo. Em 2012, a Internacional aconteceu no Brasil e a Latino-Americana na Colômbia.

Os medalhistas de prata foram Daniel Mitsutani (São Paulo) e Luís Fernando Valle (Guarulhos). E os bronzes ficaram com Fábio Kenji Arai (São Paulo), Allan dos Santos Costa (Bauru) e Larissa Fernandes de Aquino (Recife). Os líderes foram os professores Eugênio Reis (Museu de Astronomia e Ciências Afins, MAST) e Gustavo Rojas (Universidade Federal de São Carlos, UFSCar).

Fábio, Larissa e Luís Fernando já são veteranos em torneios de conhecimento no exterior. Na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), as duas estudantes foram prata. Arai levou a menção honrosa na última IOAA, sediada no Brasil, em 2012.

Preparação – Antes de viajarem para a Grécia, os estudantes participaram de dois treinamentos intensivos com professores e astrônomos na cidade de Passa Quatro, sul de Minas Gerais. O programa foi dividido em grupos de estudos, oficinas de atividades e observação do céu noturno, com instrumentos e de maneira panorâmica, a olho nu.

As aulas foram ministradas pelos professores: João Batista Canalle, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA); Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR); Eugênio Reis, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST); e Julio Klafke, da Universidade Paulista (UNIP). A OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

A equipe aprendeu a fazer análises de dados astronômicos Eles tiveram de lidar com ferramentas estatísticas, como, por exemplo, média, desvio padrão, média ponderada e propagação de erros, além de trigonometria esférica.

Os jovens tiveram à disposição um planetário móvel cedido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O objetivo era para se familiarizarem com as Constelações do Hemisfério Norte, por meio de projeção. Também aprenderam a montar e a manusear um telescópio equatorial do mesmo modelo que terão que lidar na Grécia. Ainda fizeram simulados das provas, incluindo as das competições passadas e tiveram lições de ciências espaciais.

Como participar- Para competir em olimpíadas internacionais, o candidato precisa de uma excelente pontuação na prova da OBA. Em seguida, é convidado a participar de seletivas e passar por etapas classificatórias. Depois de todo esse processo, os finalistas fazem ainda um treinamento intensivo com astrônomos profissionais, como o que aconteceu recentemente na cidade de Passa Quatro.

Fonte: OBA

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