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ADESG - ANA lança ferramenta para monitorar envio de dados das estações telemétricas

ANA lança ferramenta para monitorar envio de dados das estações telemétricas

Por todo o Brasil há estações telemétricas que enviam dados do volume de chuvas que cai numa determinada região e do nível e da vazão (volume de água que passa por determinado local) dos rios. Tais dados são enviados via satélite ou por sinal de celular para a Sala de Situação da ANA, que monitora eventos hidrológicos críticos, e para os centros de monitoramento estaduais. No entanto, estes equipamentos estão sujeitos a falhas, como a queda do sinal de celular, e podem deixar de enviar os dados. Sabendo disso, a ANA desenvolveu uma ferramenta que permite identificar falhas, que são informadas aos estados para que possam manter a rede de estações telemétricas da ANA em funcionamento.

A continuidade no envio de dados é importante, pois eles podem minimizar os efeitos de eventos hidrológicos críticos, como cheias, e são importantes para setores que utilizam a água direta ou indiretamente, como: a navegação, a pesca, a agricultura e o lazer. O novo serviço da ANA também identifica se estão ocorrendo atrasos na chegada dos dados à Agência, o que é importante principalmente no caso de uma rede de alerta de cheia.

A ferramenta é pública e pode ser acessada pelo site http://gestorpcd.ana.gov.br/. Membros das salas de situação estaduais que vêm sendo montadas pela Agência Nacional de Águas nos últimos anos, órgãos gestores de recursos hídricos, universidades, instituições públicas interessadas em acompanhar os dados da rede de estações telemétricas da ANA (Marinha, por exemplo, por causa da navegação) são os públicos-alvo deste serviço.

Os interessados em acessar a ferramenta poderão montar a rede de estações que pretendem acompanhar para saber qual tem sido a frequência no envio de dados de cada estação de seu interesse no último mês (até o dia anterior à pesquisa) ou nos últimos 12 meses. A partir daí é possível gerar planilhas editáveis em formato Excel. Aquelas que enviam dados em mais de 90% do tempo são consideradas boas fontes de dados. Os equipamentos que enviam entre 80% e 90% estão na escala de razoáveis e os que mandam abaixo de 80% podem necessitar de alguma vistoria, pois podem estar, por exemplo, com algum problema no transmissor de dados.

A partir dessa classificação da eficiência do envio de dados pelas estações, a ANA aciona os estados que receberam da Agência as estações para montagem de suas salas de situação, além das peças de reposição. Compete a eles a manutenção corretiva dos equipamentos, conhecimento que é repassado pelos especialistas da ANA, que capacitam os técnicos estaduais a instalar, operar e consertar as estações.

Além disso, a Agência Nacional de Águas tem meios de avaliar se é preciso trocar a tecnologia utilizada numa determinada região. Por exemplo, se um município afastado tem problemas, com sinal de celular, é preciso trocar o equipamento por um que envie os dados via satélite (tecnologia mais confiável, porém mais cara).

Fonte: Ascom/ANA

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